Como tudo começou
2002
Fátima escolheu viver de outro jeito: mudou-se para o sítio em Petrópolis para criar os filhos perto da terra. Começou a plantar para alimentar a família com o que colhia.
2005
A terra passou a dar mais do que a família consumia, e Fátima começou a vender o excedente aos vizinhos.
2007 a 2010
A procura cresceu. Fátima levou sua colheita às feiras orgânicas de Petrópolis e passou a entregar também de porta em porta.
2011
Fátima desceu a serra e chegou ao Rio de Janeiro. Suas pérolas orgânicas encantaram os chefs, e ela se tornou referência para os grandes restaurantes da alta gastronomia.
2017 a 2020
Seu nome ultrapassou as cozinhas profissionais, e Fátima se tornou sinônimo de orgânicos na cidade.
2021
A pandemia fechou os restaurantes, que respondiam pela maior parte das vendas. Para que a colheita não se perdesse, Fátima passou a montar cestas e a levá-las, toda semana, à casa de cada cliente. Assim nasceu a assinatura.
2024
Com uma produção maior do que o Rio conseguia consumir, a Fátima passou a abastecer também mercados de São Paulo.
2026
Hoje, a Fátima é a maior produtora de orgânicos do Rio de Janeiro. Plantamos mais a cada ano, movidos por um sonho: chegar à mesa de cada vez mais famílias, com saúde e comida de verdade.